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Diplomação dia 14 de dezembro para eleitos de São José do Egito, Tuparetama e Santa Terezinha

A juíza da 68ª Zona Eleitoral Ana Marques Véras já definiu a data de diplomação dos eleitos de São José do Egito, Tuparetama e Santa Terezinha. O evento, que ainda não tem o espaço definido (possivelmente o auditório da Escola Municipal Naná Patriota), será realizado em 14 de dezembro – uma quarta-feira, no horário da tarde.

De acordo com Véras, que conversou com Marcello Patriota, a agenda da diplomação será assim: 14h – Tuparetama; 15h- Santa Terezinha; 16h – São José do Egito.

Estarão sendo diplomados prefeitos Sávio Torres (Tuparetama), Vaninho de Danda Martins (Santa Terezinha) e Evandro Valadares (São José do Egito). Os parlamentares eleitos também receberão suas certificações de que estão aptos a tomarem posse.

Este sábado (5) é o primeiro dia do Enem. São José do Egito é o município do Alto Pajeú que sedia o Exame Nacional do Ensino Médio. No Berço Imortal da Poesia, além dos inscritos egipcienses, também se submetem aos testes pessoas de Santa Terezinha, Tuparetama, Itapetim e Brejinho.

As provas estão ocorrendo em todas as escolas públicas – municipais e estaduais – da sede do município (Romero Dantas, Naná Patriota, Luís Paulino de Siqueira, São José, Édson Simões, Oliveira Lima, Sebastião Rabelo e Técnica Professora Célia Siqueira) e a Helena Maria, no distrito Riacho do Meio. O Enem prossegue até este domingo, (6).

Após fechados os portões, tudo tranquilo. Estivemos em 3 locais de provas. Em dois, registramos o clima nas imediações.

Confira as fotos defronte à Erem Édson Simões e Nana Patriota.

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Na Erem Édson Simões tudo tranquilo após o fechamento dos portões no primeiro dia do Enem

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Defronte à Naná Patriota algumas pessoas colocaram barraquinhas para vendas de lanches

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Neste sábado o jornalista Geraldo Palmeira Filho entrevistou na Rádio Cultura AM 1.320 KHz o prefeito eleito de Tuparetama Sávio Torres. No programa Debate na Cultura o próximo gestor da “Princesinha do Pajeú” comentou sobre a campanha na qual disputou a prefeitura com Dêva Pessoa, os próximos passos antes da posse, o que deve ser priorizado no seu mandato (2017-2020) e sobre o futuro da política tuparetamense.

Sobre a campanha o político alegou que o período foi marcado por muitas agressões, mas que procurou sempre manter a calma e chegar ao fim do pleito em paz.

Torres, satisfeito com mais uma conquista, alfinetou: “Essa foi a primeira eleição na história de Tuparetama que um prefeito, em mandato, não foi reeleito”.

Ainda sobre a campanha, enfático, disse: “Lutei contra a máquina, com as mãos abanando e com dificuldades financeiras imensas. Além de tudo ele (Dêva) teve o apoio do Governo do Estado. Pra você ter uma ideia, ficou a disposição do prefeito uma máquina do IPA, numa troca muito escandalosa por votos. Eram três, quatro poços ao dia; foram feitos em Tuparetama cerca de 150 poços esse ano. Pra município daquele tamanho é muita coisa, pesa muito numa campanha, mas, mesmo assim, o povo entendeu que aquilo era dinheiro público, dinheiro do Governo do Estado e nos deu essa vitória”.

De acordo com Sávio um dos trunfos para o êxito nas eleições foi o seu desempenho administrativo quando gestor. Segundo seu relato, ele teve bem avaliados os dois mandatos de prefeito, concluídos em 2012. Pesquisas de consumo interno atestavam que seu governo era classificado com bom ou ótimo por cerca de 85% dos entrevistados. Sávio Torres frisou: “O povo reconheceu o trabalho que fiz”.

Sobre os eleitos para a Câmara o próximo prefeito disse que espera que “a bancada de oposição procure ajudar o mandato; o que não é ajudar Sávio Torres”.

Na entrevista Sávio elegeu a saúde como a área que ganhará os maiores investimento em sua próxima gestão.

Indagado sobre a formação de sua equipe, o prefeito eleito disse que será formado um grupo para definir os nomes dos titulares das secretarias e atestou que deve reduzir o número de pastas.

Na conversa deixou claro que não pensa em colocar seu nome para disputar pleitos futuros. Considerou que não pretende mais ser candidato e que durante esse seu mandato deseja preparar lideranças que venham como ideias novas para que possam substituí-lo. “Acho que a minha missão de ser candidato eu já cumpri nessa vida”, concluiu.