Agentes comunitários de saúde foram homenageados em sessão solene da Câmara SJE. Fotos: Tiago Oliveira

Agentes comunitários de saúde foram homenageados em sessão solene da Câmara SJE. Fotos: Tiago Oliveira

A Câmara de Vereadores de São José do Egito realizou na noite desta sexta (15) sessão solene com a finalidade de homenagear os agentes comunitários de saúde (ACS) do município. A solenidade partiu do Requerimento nº 043/2017 de autoria do vereador Tadeu Gomes de Oliveira – Tadeu do Hospital (PTB).

A sessão aconteceu no plenário da Casa do Povo. Na ocasião, além do atual grupo ser agraciado com certificado, também foram desenvolvidas homenagens póstumas a cinco agentes que por muito tempo desempenharam suas funções no grupo local de ACS. Foram lembrados os falecidos Cícero Agostinho Morato, Josefa Lucimar Leite de Melo, Lúcia Maria dos Santos Ferreira, Maria de Lourdes Ferreira da Silva e Maria do Socorro dos Santos Ferreira. Seus familiares também receberam certificados de reconhecimento.

Foram celebrados os 26 anos de fundação do grupo de ACS na Terra dos Poetas. Hoje o município dispõe de 92 agentes que atuam em 13 unidades básicas, o que garante uma cobertura de 100% do município.

Vereadores Tadeu do Hospital e Antônio Andrade entregam certificado à agente comunitária de saúde Maria Deilza de França Brito, representando os demais ACS

Vereadores Tadeu do Hospital e Antônio Andrade entregam certificado à agente comunitária de saúde Maria Deilza de França Brito, representando os demais ACS

Funcionários protestam contra atraso em salários. Foto: Júlia Montenegro/Portal Folha PE

Funcionários protestam contra atraso em salários. Foto: Júlia Montenegro/Portal Folha PE

Funcionários do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) realizaram manifestação na manhã desta quarta-feira (21), em frente ao instituto, na rua dos Coelhos, no bairro da Boa Vista, na área Central da capital pernambucana. Os dois sentidos da via foram fechados.

Médicos, enfermeiros, auxiliares de limpeza e serviços administrativos protestam contra o atraso dos pagamentos e falta de material. Eles informaram que estão sem receber desde novembro. Os funcionários suspenderam o atendimento até que se tenha um posicionamento da administração.

O motorista Nonato Elias, veio de Juru, no Sertão da Paraíba, para levar dois pacientes que fazem tratamento cardiovascular no Imip. “Saí de casa à meia-noite, cheguei aqui às 6h de hoje e estava tudo parado. Eu acho que eles estão certos, mas quem paga é a gente”, disse.

Em nota, a assessoria de imprensa do Imip se posicionou sobre o caso e disse que compreende a insatisfação dos trabalhadores. “Até o momento, não recebemos recursos da Secretaria Estadual de Saúde e nem do Ministério da Saúde Os recursos possibilitam o Imip pagar a folha salarial”, diz trecho da nota.

 

Da Folha PE

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou, neste sábado (17), por meio de nota, que investiga a morte de um homem de 58 anos no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), na área central do Recife. O óbito sob suspeita teria sido causado pela doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), conhecida como doença priônica. De acordo com o Ministério da Saúde, a moléstia, que atinge o sistema nervoso central, é rara e não infecciosa, na maioria das vezes. A incidência é de um a dois casos para cada um milhão de habitantes.

Em todo o mundo, uma variante dessa doença ficou conhecida popularmente como ‘Mal da Vaca Louca’. Caso seja confirmada a suspeita, será o sétimo caso de doença priônica desde 2005, em Pernambuco, segundo dados do Ministério da Saúde. No mesmo período, ocorreram 14 notificações no estado. É o primeiro caso investigado em quatro anos.

A suposta vítima é Gabriel Bráz da Silva. Ele estava internado na unidade de saúde desde agosto deste ano, segundo a família, e morreu na noite da sexta-feira (16). Conforme a secretaria, o corpo foi encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), centro com capacidade de realizar a retirada das vísceras cerebrais, única forma de investigação da doença.

De acordo com o sobrinho dele, Márcio Batista, o homem sofria com os sintomas da doença há dois anos. Porém, só foi internado pela primeira vez há nove meses, em Goiana, na Mata Norte. “Ele começou sentindo as pernas fracas e com dificuldade para mastigar”, relembrou. O quadro, no entanto, evoluiu rápido. Logo em seguida, Gabriel não andava nem falava mais.

Márcio diz que os médicos não sabem como o tio contraiu a doença. Entretanto, a família comenta que ele costumava comprar carnes na feira livre de Goiana, onde morava. “Mandaram a gente queimar as roupas dele e cremar o corpo, mas enterramos no município por falta de orientações”.

A SES garante que a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) foi acionada para explicar as medidas de segurança para manipulação do corpo. A moléstia atinge o sistema nervoso central. Ela se manifesta de várias formas. Os sintomas são demência progressiva associada a tremores musculares de extremidades.

Ainda segundo a pasta, a transmissão da doença pode ser prevenida ao evitar ingestão de carne. Principalmente, o cérebro ou outro tecido nervoso de animais doentes. Há ainda a contaminação por transfusão de sangue ou transplante de órgãos.

Explicações
Segundo a nota de Secretaria Estadual de Saúde, as doenças priônicas constituem um grupo de patologias crônicas, progressivas, de ocorrência imprevisível, invariavelmente fatais e afetam principalmente o sistema nervoso central, que acomete tanto homens como animais.

Na maioria dos casos registrados no Brasil, a doença não tem origem infecciosa, ocorrendo normalmente num padrão espontâneo (sem antecedentes na familia) ou familiar (quando há relatos de casos entre parentes).

Nos anos 80, a partir de um surto de doença ocorrido no rebanho bovino da Inglaterra, foi amplamente divulgado nos meios científicos que a existência de um agente transmissível como causa da moléstia e de outras doenças priônicas.

Esse agente causador não é um vírus ou qualquer organismo conhecido naquela época, e sim um novo agente. O príon é uma partícula proteinácea com capacidade infectante. A secretaria ressalta que que a expressão ‘Mal da Vaca Louca’ é utilizada, de forma equivocada, como sinônimo de Doença de Creutzfeldt-Jakob. “Nenhum caso dessa variante foi notificado no Brasil”, informa a nota.

Estatísticas
A vigilância epidemiológica da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde captou, de 2005 a 2014, 439 notificações de casos suspeitos de DCJ, dos quais 38 (8,6%) foram confirmados definitivamente pelo exame neuropatológico, 15 (3,4 %) foram classificados como DCJ possível, 54 (12,3%) se enquadram como DCJ provável, 38 (8,6%) foram descartados e 294 (67%) não possuem dados complementares suficientes para definição de caso ou ainda aguardam informações.

 

Do G1 PE

Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

Pelo terceiro ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove a campanha Dezembro Laranja. Diante da chegada do verão, a proposta é conscientizar a população sobre a necessidade do combate e prevenção do câncer de pele.

Para participar, basta acessar o site da campanha e compartilhar o conteúdo nas redes sociais, utilizando as hashtags #dezembrolaranja e #controleosol. Também é possível alterar a foto de perfil no Facebook e no Twitter usando o aplicativo da campanha.

De acordo com a Sociedade de Dermatologia, o diagnóstico precoce do câncer de pele é fundamental para o sucesso do tratamento. A campanha reforça, portanto, a necessidade das chamadas atitudes fotoprotetoras de fácil execução no dia a dia do brasileiro.

Monumentos iluminados

Diversos pontos turísticos e monumentos em todo o país ganharam iluminação especial com a cor da campanha em pontos centrais das cidades no intuito de reforçar que o câncer da pele pode ser prevenido.

No Rio de Janeiro, o Bondinho Pão de Açúcar foi o primeiro monumento a abraçar a causa. No último dia 1º, além de se “vestir” de laranja, o local recebeu artistas, médicos e outros convidados para o lançamento da campanha, que contou com a presença da bateria da Escola de Samba Portela.

O Museu de Arte Contemporânea, em Niterói, a Pinacoteca Benedicto Calixto, em São Paulo, a Ponte Newton Navarro, no Rio Grande do Norte e o estádio Beira Rio, no Rio Grande do Sul também se uniram no combate ao câncer da pele durante o Dezembro Laranja.

Super Protetor

O mascote Super Protetor é a estrela de um desenho animado lançado pela SBD para disseminar o Dezembro Laranja de forma descontraída e consciente a adultos e crianças. Ele tem como armas de proteção capa, óculos escuros e protetor solar, além de um relógio para avisá-lo qual o melhor horário para tomar banho de sol.

O desenho aborda situações do cotidiano e reforça a necessidade de fotoproteção no dia a dia, principalmente entre crianças e adolescentes. A entidade alerta que os efeitos nocivos do sol estão diretamente relacionados a intensidade da exposição solar desde a infância, sendo cumulativos e irreversíveis.

Cenário

Em 2016, a SBD, junto com o DataFolha, divulgou pesquisa inédita que imprime a radiografia do hábito de exposição solar do brasileiro. O estudo traz dados considerados alarmantes pelos dermatologistas:

– 106 milhões de brasileiros se expõem ao sol de forma intencional nas atividades de lazer – 70% da população acima de 16 anos

– 63% dos brasileiros não usam protetor solar no seu dia a dia

– 6 milhões de brasileiros adultos (mais de 4% da população) não se protegem de forma alguma quando estão na praia, piscina, cachoeira, banho de rio ou lago

Dados do Instituto Nacional de Câncer estimam que, em 2016, foram contabilizados cerca de 176 mil novos casos de câncer da pele não melanoma no Brasil. Os principais tipos de câncer registrados no país são os de pele não melanoma (para ambos os sexos), o de próstata e o de mama.

Já a Organização Mundial da Saúde prevê que, no ano 2030, haverá no mundo 27 milhões de casos novos de câncer, com 17 milhões de mortes pela doença e 75 milhões de pessoas vivendo com câncer. O maior efeito desse aumento incidirá em países em desenvolvimento. No Brasil, o câncer já é a segunda causa de morte por doenças, atrás apenas das do aparelho circulatório.

 

Por EBC

Romério Guimarães recebe no Teatro Santa Isabel o certificado "Selo Unicef 2013-2016". Foto: Divulgação

Romério Guimarães recebe no Teatro Santa Isabel o certificado “Selo Unicef 2013-2016”. Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira (12) o prefeito de São José do Egito Romério Guimarães (PT) esteve em Recife participando da entrega do certificado do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O evento aconteceu no Teatro Santa Isabel onde mais 34 gestores pernambucanos receberam para seus municípios o desejado Selo Unicef (2013-2016).

Segundo o Unicef, 35 municípios fortaleceram as políticas públicas orientadas à infância e à adolescência e deram especial atenção a ações integradas entre as áreas de saúde, educação, proteção e assistência social das gestões municipais e estaduais para se alcançar resultados.

Selo Unicef: Estiveram envolvidas as secretarias de Educação, Ação Social e Saúde nas atividades rumo à certificação. Foto: Divulgação

Na solenidade de entrega do Selo Unicef, em Recife: Professora Margarida Silva (diretora de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência), prefeito Romério Guimarães, secretária de Ação Social Sandra Lima e o estudante da rede municipal Wyllyam, representando os adolescentes egipcienses. Foto: Divulgação

Dos 17 municípios do Pajeú apenas 7 conquistaram o Selo Unicef: Brejinho, Flores, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Serra Talhada e Tuparetama.

 

Confira os municípios de Pernambuco contemplados (em negrito, municípios do Pajeú):

 

Águas Belas
Arcoverde
Bezerros
Bonito
Brejinho
Cabrobó
Caruaru
Casinhas
Cedro
Flores
Ibimirim
Itacuruba
Itambé
João Alfredo
Lagoa Grande
Limoeiro
Orobó
Panelas
Petrolândia
Petrolina
Poção
Salgueiro
Santa Cruz da Baixa Verde
Santa Maria da Boa Vista
Santa Terezinha
São Bento do Una
São Caitano
São José do Egito
Serra Talhada
Sertânia
Surubim
Tacaimbó
Tacaratu
Tuparetama
Venturosa

Se Bula. Arte: Divulgação

Se Bula. Arte: Divulgação

Vem aí o mais novo evento fitness de São José do Egito: 1° Se Bula. A Phisicus Academia em parceria com a Falcon Suplementos e LelaFit Comida Saudável apresentará dois sensacionais dias com atividades físicas.

 

Programação:

29 de dezembro, às 19h, o Professor Joelson Bacci, da Paraíba, trará Aulão de Ritmos

 

30 de dezembro, também às 19h, acontece a Caminhada e Corrida Funcional pelas ruas de São José do Egito

 

Estão sendo confeccionados abadás. A unidade poderá ser adquirida por R$ 20,00 + 1Kg de alimento.

Mais informações: 87 99963-8221 / 99637-5900 / 99970-7928.

Obs.: Todos os alimentos arrecadados serão doados à famílias carentes do município.

Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zica e chikungunya. Foto: Reprodução

Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zica e chikungunya. Foto: Reprodução

O Brasil registrou um aumento de 8.877 casos de chikungunya em quatro semanas, de acordo com dados apresentados nesta quinta-feira, 8, pelo Ministério da Saúde. Até agora, foram contabilizados 259.928 casos da infecção, com 138 mortes suspeitas. O número é cerca de 10 vezes maior do que o que havia sido contabilizado no ano passado.

Os indicadores de dengue também subiram no último mês, mas de forma menos expressiva. Em cinco semanas, o salto foi de 17.585 casos, passado de 1458.355 para 1.475.940 infecções prováveis, com 601 mortes confirmadas.

Os números apresentados pelo Ministério da Saúde mostram que o comportamento da chikungunya é bem diferente do que foi registrado com a zika, doença que provocou neste ano 210.897 casos suspeitos. No caso da zika, houve uma explosão da epidemia nos primeiros meses do ano, com pico de casos registrados em março. A queda do número de casos, porém, veio quase tão rapidamente quanto a expansão. A partir de abril, os números começaram a cair de forma expressiva atingindo patamares pouco expressivos a partir de julho.

No caso da chikungunya, no entanto, a doença se mostrou muito mais persistente. Neste ano, os casos atingiram o ápice em fevereiro e até maio, embora uma queda tivesse sido registrada, o número de novos casos ainda era bastante significativo.

Até agora, foram identificados 16.763 casos prováveis de zika entre gestantes no Brasil. Desse total, 10.608 foram confirmados. A maior parte das gestantes reside nos Estados de São Paulo, Rio, Minas, Bahia e Mato Grosso. A confirmação de zika durante a gravidez, no entanto, não significa que os bebês nascerão com síndrome congênita provocada pela infecção. Não há ainda dados que indiquem qual o risco real de o bebê se contaminar pelo vírus durante a gestação e nascer com a síndrome.

O número de casos de microcefalia identificados até o momento indicam estabilidade. “Não registramos um aumento de nascimentos com bebês com a síndrome. Pelo contrário. Em comparação com números apresentados ano passado, houve uma redução significativa”, afirmou Eduardo Hage, do departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Até 26 de novembro, foram notificados 10.342 casos suspeitos, acumulados durante 2015 e 2016, em todo o País. De setembro a novembro, por exemplo, o número de casos suspeitos da má-formação subiram de 743 para 830 no Rio e de 696 para 820 em São Paulo. Um crescimento pequeno, sobretudo quando se leva em consideração a população em cada um desses dois Estados.

 

Da Agência Brasil

Barbeiro. Foto: Reprodução

Barbeiro. Foto: Reprodução

Oito municípios da Paraíba vão receber mais de R$ 5,4 milhões para melhorias no controle do ‘barbeiro’, inseto responsável pela transmissão da doença de Chagas. Os recursos fazem parte do programa de aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e são da Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

As comunidades que vão receber mais recursos são Cacimbas, São Francisco, Nazarezinho, Boqueirão e Uirauná. Cada uma irá receber R$ 828,5 mil.

Outros municípios beneficiados são: Santa Inês, com R$ 383,7 mil, e Nova Olinda e Bom Jesus, com R$ 500 mil cada.

Além desses municípios paraibanos beneficiados, os recursos também vão para localidades de Alagoas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Norte.

Imagem ilustrativa

Imagem ilustrativa

Remédios para tratar hepatite C serão oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). São quatro medicamentos: Ombitasvir, Veruprevir, Ritonavir e Dasabuvir.

O Diário Oficial da União já publicou a oferta desses remédios pelo SUS. Segundo a matéria, os quatro medicamentos serão utilizados em casos de hepatite crônica causada pelo genótipo 1 em pacientes com fibrose avançada e cirrose.

A hepatite C é causada por um vírus presente no sangue. Entre as formas mais comuns de transmissão estão o compartilhamento de material para uso de drogas, como seringas e cachimbos, e de higiene pessoal, como lâminas de barbear, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam e transfusão de sangue. Também fazem parte dessa lista material usado para fazer tatuagem e colocar piercing contaminados.