conversa-de-segunda-felipe-juniorSOBRE A SUSTENTABILIDADE E O MEIO AMBIENTE

 

O debate acerca do Meio Ambiente, da sustentabilidade e da cultura do consumo se faz cada vez mais necessário. As pessoas cada vez mais se preocupam com a satisfação de suas necessidades sem se ater ao conjunto maior. Há uma necessidade extrema de nos debruçarmos sobre os meios necessários para estabelecermos uma política de qualidade sustentável que vise a melhoria do planeta. Recife, através de sua Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, foi a primeira cidade do mundo a ter um inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa. O objetivo é montar um Plano de Baixo Carbono para reduzir as emissões dos gases que afetam diretamente a atmosfera. Modelo este que deveria servir para as demais cidades do Estado e, pouco a pouco, ir criando uma cultura de sustentabilidade nas escolas e na sociedade.

Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, ocorreu o Festival Uplanet na capital pernambucana. O festival foi montado com o objetivo de se criar (como se criou) um intenso diálogo sobre a sustentabilidade, redução de CO2 e as diversas possibilidades inovadoras de uma economia criativa que respeite o Meio Ambiente. Foram realizados vários painéis, workshops, oficinas, rodas de diálogo e de negócio, além de apresentações e intervenções culturais.

O debate deve servir de exemplo para escutarmos a sociedade e debatermos medidas que tragam soluções. É de pequeno que criamos uma cultura sustentável.

Que as cidades possam se adequar à causa e tratar a temática com respeito e prioridade!

 

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DOIS BRASIS ou O BRASIL DE CÁ E O BRASIL DE LÁ

 

O brasil que atualmente

É manchete dos jornais,

Confunde-se com o Brasil

Das belezas naturais.

O Brasil que é verdadeiro

E envaidece o brasileiro,

É o mesmo país da gente;

Mas, deixando o “Brasil lindo”,

Aos porquinhos vai surgindo

Outro brasil diferente.

 

País que abraça o seu povo,

Sem dúvida, é o Brasil de cá.

Totalmente diferente

Desse tal brasil de lá.

Valorizando quem sonha,

O de cá tem mais vergonha

Pelo que foi no passado.

Enquanto o de lá disfarça

Sobre o caminho da farsa

No que deixa de legado.

 

O de cá tem mais cultura

Com músicas maravilhosas;

O de lá exalta à mídia

Do “Fank das Poderosas”.

O Brasil de cá – de graça,

Põe o seu bloco na praça

No carnaval da alegria;

E o de lá põe, com presteza,

A máscara da safadeza

No lugar da fantasia.

 

O brasil de lá venera

O deus que visa o valor;

Enquanto o de cá abraça

O seu Cristo Redentor.

O de lá levanta os muros

Sobre a base dos seus juros

Desejando o capital.

E o de cá, de braços dados,

Com seus 26 Estados

E 1 Distrito Federal.

 

O brasil de lá corrompe;

O de cá reprime o fato,

Clamando a devolução

Dos milhões da Lava-Jato.

O de cá não tem partido

E quer o pão dividido

Numa frequência diária.

Com a falácia já pronta,

O de lá não se dá conta

Da cegueira partidária.

 

Enquanto o de lá derrama

A sujeira pelos canos,

O de cá pinta o seu rosto

Pelos Direitos Humanos.

O outro brasil sem par

Tira em primeiro lugar

No ranking dos homicídios;

E entende, o Brasil de cá,

Que a solução não está

Na construção de presídios.

 

O brasil de lá ostenta

Seu falso patriotismo;

O de cá faz com que os jovens

Busquem seu protagonismo.

O de lá vê a cultura

Sem ter base de arte pura.

Diferente do daqui…

Que a cultura é necessária

Numa reta imaginária

Do Oiapoque ao Chuí.

 

No de lá tem quem se esconda

Por debaixo dos tapetes

Ou pelas trancas douradas

Dos seus próprios gabinetes.

O Brasil de cá não muda…

Não tem um “Deus nos acuda”

Pra mudar de opinião,

Pois tem sempre em sua mente

Que a mudança está presente

Na cultura e educação.

 

O Brasil de cá almeja,

E tem grande confiança,

Que um dia o brasil de lá

Trilhe os rumos da mudança;

E em vez de cavar aterros,

Que o de lá corrija os erros

Pra desatar esse nó,

Pois, vendo à luz da razão,

Pra que ter numa nação

DOIS BRASIS num Brasil só?

 

Por isso, mesmo descritos

Por diferentes perfis,

O povo tem que escolher

Só UM desses DOIS BRASIS.

Um Brasil de todos nós,

Onde o sem vez e sem voz

Fale à pátria mãe gentil

Com espírito de guerreiro

E grite pra o mundo inteiro:

SOU MUITO MAIS MEU BRASIL!

 

Felipe Júnior

 

 

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conversa-de-segunda-felipe-juniorVAMOS PENSAR EM CULTURA?

A cultura é de todos e deve, necessariamente, e por direito, abranger os cidadãos sem distinção de gênero, raça ou preferência. Um dos seus requisitos é a qualidade, visto que o seu objetivo é educar e formar uma sociedade dinâmica e sustentável com suas tradições, crenças e moral.

Ela não permite exclusão. Ela se dá pela grandeza do diálogo. Onde será que existe cultura formativa em cantores, grupos e bandas que gritam pro povo, tipo “tem rapariga aí?”; ou “é tapa na xereca, papai”; ou “acunha, Riquelme!”; ou “chupa, Mon Amour!”; ou “mete gaia! mete gaia! mete gaia!”; ou “ei, novinha, vamos sair pro motel?”?

O grande problema das prefeituras é que pagam valores absurdos para esse tipo de manifestação (recuso-me a chamar de cultura) e, para a cultura popular e artistas locais, quando pagam, são valores extremamente insignificantes. Deve-se pensar políticas públicas de qualidade cultural, onde se encontre um denominador comum que seja diretamente proporcional ao valor artístico. Segundo as propostas do Por + Cultura, deve-se exigir um percentual de 70% nas contratações para os artistas da terra, além de incentivar a produção musical dos aspirantes à arte da música.

De que adianta pagar muito para alguns para produzir pouco ou quase nada ou nada? É o que se chama na teoria administrativa de processo eficaz e ineficiente.

Não tenho nada contra o forró estilizado, aliás gosto muito, mas convenhamos que nem tudo podemos nomenclaturar de forró estilizado. Cultura é para todos os tipos de gosto, mas quando os cofres públicos pagam esse tipo de manifestação que citei acima, correm o sério risco de deseducar sua gente.

É o meu ponto de vista. E aí, vamos pensar sobre cultura?

 

 

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conversa-de-segunda-felipe-juniorSOBRE A PERPETUAÇÃO POLÍTICA E OS DANOS SOCIAIS

A visão da sociedade sobre ideologia política está cada vez mais fragmentada. E não é por falta de políticas públicas, mas pela ausência de público crente em uma política de mudança, visto a descrença frente à confiança uma vez posta aos seus gestores. É daí que surge o que chamamos de Ciclo da Descrença Política: pessoas que, uma vez optando pela anulação do voto, repassam esta ideia a tantas outras.

A grande problemática do poder se define pelo simples fato de que, uma vez desfrutando do poderio político-social, imaginamos ser esse poderio, ininterrupto, imutável e intransferível. Entretanto, há, pelo senso comum, razão nesse entendimento, pois sempre cogitamos que ninguém é capaz de fazer o trabalho melhor do que nós mesmos, ou que ninguém pode dar, com exceção de nós mesmos, continuidade ao que já foi posto. Não é recente o grande número de políticos que buscam, tentam ou conseguem, não necessariamente nessa ordem, eleger seus sucessores. Basta analisar os sobrenomes, familiaridade ou apadrinhamentos, necessariamente nessa ordem, que estão nas nossas Câmaras, Assembleias, Governo e no Congresso Nacional.

O surgimento da perpetuação política é alimentado cada vez mais por nossos políticos e isto é uma afronta ao sistema democrático. Aristóteles, através dos tempos, nos diz que, como seres pensantes, somos necessariamente seres políticos, quer seja no sistema político social, quer seja na nossa casa ou até mesmo no nosso trabalho. Penso que alguns políticos fazem uma interpretação errônea deste pensamento aristotélico. É fato, segundo o pensador, que todos nós somos seres políticos, mas nem todos temos a capacidade de representação política frente à sociedade. A problemática está justamente quando queremos usufruir do poder que nos é dado para satisfação do nosso ego. A democracia nos revela que o poder é para ser posto a serviço unicamente da sociedade e, quando este se encerra democraticamente, faz-se necessário que outro usufrua deste mesmo poder, através do voto, para inovar ou dar continuidade ao que já foi posto. Entretanto, o que vemos hoje é uma perseguição ferrenha aos projetos elaborados ou executados por um gestor, caso este seja opositor ideologicamente (às vezes pessoalmente) daquele. É daí que se concretiza o dano social. A sociedade não pode sofrer quaisquer danos dessa natureza. É intolerável.

O sistema político brasileiro aprovou a emenda constitucional n° 16, de 04 de julho de 1997, que trata da reeleição. O objetivo da emenda agraciava gestores que não concluíram seus projetos no prazo estabelecido na constituição, o de 4 anos, podendo estes se reelegerem por mais 4 anos. O grande problema no Brasil é o que chamamos de grupos políticos, sim, unicamente patotinhas políticas sem ideal partidário (aliás, quem lê estatuto partidário antes de se filiar a algum partido político?), sem identidade própria e sem propostas de mudança, que não só defendem, mas lutam acirradamente pela perpetuação no poder.

É preciso que, ao invés de defendermos uma reforma política emergencial, defendamos uma reforma urgente na forma de se pensar política no Brasil, evitando os danos que tantos são prejudiciais à sociedade brasileira.

 

 

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conversa-de-segunda-felipe-juniorDEDÉ MONTEIRO E PIRRAIA – CANDIDATOS A PATRIMÔNIOS VIVOS DE PERNAMBUCO

O Governo de Pernambuco, por intermédio da Secretaria de Cultura do Estado – Secult e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, tornou público o XI Concurso Público do Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco – RPV-PE. As inscrições foram de 05 de setembro a 19 de outubro de 2016 para o preenchimento de 6 vagas. O Movimento POR MAIS CULTURA, através do seu articulador geral, Felipe Júnior, apresentou os nomes de Dedé Monteiro e Arlindo Lopes (Pirraia), visto a importância cultural dos poetas para o estado de Pernambuco. Fiquemos na torcida pela aprovação!

 

UM “NOVO” GOVERNO E UMA “NOVA” FORMA DE FAZER CULTURA

Segundo informações, o prefeito eleito de São José do Egito-PE para o quadriênio 2017-2020, Evandro Valadares, sugeriu a indicação de 3 nomes por um grupo de artistas sobre o novo secretário de cultura do Berço da Poesia. O interessante é que dos 3 nomes indicados, 1 terá a possibilidade de ser escolhido pelo próprio prefeito eleito. Pergunto: onde está a autonomia, peça primordial para a mudança tão clamada pela classe artística? Ao invés de indicar nomes sobre o possível secretário, o grupo deveria se preocupar na autonomia de composição de secretariado, ou seja, a secretaria ter sua função e composição técnica. Ora, de que vale o secretário ser um gestor técnico do campo cultural e sua equipe ser composta pelo mesmo “arrumadinho” de comissionados? A mudança necessária para a cultura é ter, primeiramente, autonomia na pasta; segundo, um secretário técnico no setor; terceiro, montar uma equipe sólida e harmônica. Só assim haverá eficácia e eficiência no campo cultural do Berço Imortal da Poesia.

 

BIBLIOTECA PMC EM SÃO JOSÉ DO EGITO-PE

Em Recife-PE, o Movimento POR MAIS CULTURA iniciou campanha de arrecadação para montagem da primeira Biblioteca Popular do movimento que será em São José do Egito-PE. A biblioteca é composta com cordelteca, espaço audiovisual, além de um acervo numeroso de livros que será aberto à população da cidade para consultas, pesquisas e leituras. O projeto está programado para o primeiro semestre de 2017 e é de autoria do articulador geral do PMC, Felipe Júnior (filho adotivo de São José do Egito-PE). Que quiser doar livros ou saber mais sobre o projeto, entre em contato: (81) 99701-8003 ou movimentopmc@gmail.com

 

UNIÃO PELA CULTURA

Desmontados os palanques, é hora da classe artística se unir e elaborar planos, ações, propostas e exigências ao governo que se encerra e, consequentemente, ao governo que se inicia em janeiro. A melhoria da cultura é um dever de todos e essa é a verdadeira bandeira que deve ser hasteada.

 

LANÇADO O SITE “POR MAIS CULTURA”

O movimento PMC lançou semana passada o site www.pormaiscultura.com.br que pretende ser um elo entre as atividades do movimento e a classe cultural. O espaço virtual é dinâmico, atraente e cheio de novidades. Acesse!

 

PREFEITO DE SÃO JOSÉ DO EGITO-PE ARRUMA A CASA PARA O PRÓXIMO

O prefeito de São José do Egito-PE, Romério Guimarães, vem dando exemplo de gestão pública e de atitude democrática ao divulgar publicamente as ações da prefeitura no intuito de deixar a casa organizada para o próximo gestor.

 

MOVIMENTO PMC APRESENTA PROJETO PARA 1º CONCURSO CULTURAL ISMAEL PEREIRA

O Movimento POR MAIS CULTURA apresentou proposta à Prefeitura Municipal de São José do Egito para a realização do 1º Concurso Cultural Ismael Pereira com premiação em dinheiro e cordel publicado para os alunos da Rede Municipal de Ensino. Um projeto que irá incentivar a formação de novos cordelistas na região e fomentar as atividades culturais no berço poético do grande e saudoso poeta Ismael Pereira. Aguardemos novidades!

 

Críticas, sugestões e elogios:

(81) 99701-8003; poetafelipejunior@gmail.com

 

 

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A Política entre vencedores e perdedores

conversa-de-segunda-felipe-juniorMais um pleito eleitoral se encerrou no mês de outubro/2016. A população escolheu os seus representantes municipais para o período dos próximos quatro anos. Frente às várias mudanças nas Leis n° 9.504/1997 (Lei das Eleições), nº 9.096/1995 (Lei dos Partidos Políticos) e nº 4.737/1965 (Código Eleitoral), deu-se uma disputa acirrada em todos os municípios brasileiros. Modificações como readequação dos prazos para as convenções partidárias, filiação partidária e do tempo de campanha eleitoral, que foi reduzido,    e também foi proibido o financiamento eleitoral por pessoas jurídicas.

Em São José do Egito – PE, a disputa acirrada entre os candidatos a prefeito Evandro Valadares e Romério Guimarães fez com que o resultado das urnas fosse a não reeleição do atual prefeito com uma diferença de 420 votos. Com um valor declarado à Justiça Eleitoral de R$ 3.748.756,86 (quase meio milhão a mais do que foi declarado na campanha de 2008), Evandro Valadares saiu vitorioso com um cardápio de promessas ao povo egipciense, dentre as quais estão: disponibilizar internet grátis Wi-Fi em algumas localidades do município; retomar todos os serviços médicos do Hospital Maria Rafael de Siqueira, com contratação de profissionais especializados e manutenção constante de remédios e exames; implantação de ciclovias móveis e fixa; criação do Conselho Municipal de Esportes; recriação da Feira da Agricultura Familiar, entre outras. Embora tenha abertamente falado ao público da cidade sobre a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), o prefeito eleito esqueceu de colocar por escrito entre as suas 25 propostas na área da saúde, conforme consta no seu Plano de Governo para o período 2017-2020. Na área cultural, o seu Plano de Governo declara a criação do Conselho Municipal de Esportes, mas o Conselho Municipal de Cultura que tanto foi debatido e solicitado entre os artistas, inclusive, com a possibilidade de desmembramento da pasta de Esportes à pasta de Cultura, não se encontra no documento. Hora de pesar as consequências do voto e aprender a conviver com as suas próprias consequências .

No debate político entre “boca preta” e “vermelho”, vez por outra, pairou um diálogo violento com excitações e provocações. Intrigas, tramas, desavenças e traições são eventualidades claras no ambiente político. Todavia, o que deve prevalecer é o diálogo entre os seus agentes. Ninguém governa só. Isso é fato. A política se faz com espírito agregador e qualquer militância partidária deve seguir essa máxima. Com o prefeito eleito não será diferente, visto que o mesmo dispõe de 6 vereadores da base governista contra 7 vereadores da oposição. Mas enquanto o pleito se encerrava, o prefeito eleito festejava e os vereadores eleitos comemoravam, nas redes sociais a eleição continuava. Travava-se uma verdadeira enxurrada de desrespeito entre militantes dos dois lados. Uma verdadeira aula antidemocrática que deve servir de exemplo negativo para os agentes políticos.

A política dispõe de metodologias que tem o poder de transformar a realidade. Diante desse cenário, veem-se apenas pessoas que querem o melhor pra sua comunidade. Portanto, não há o que se falar em vencedores e perdedores. Os representantes legitimamente eleitos não devem – ou não deveriam – governar só para os “vencedores”. A perseguição política, a representação particionada, a arrogância eleitoreira e a governabilidade oligárquica não têm espaço diante da democracia representativa. A certeza disto quem diz é o próprio eleitor quando exerce o seu poder soberano de escolha através do voto elegendo ou reprovando algum candidato. E que assim seja! E que a resposta seja clara para todos os verdadeiros vencedores que tornam a democracia cada vez mais consolidada.

Sobre o autor: Felipe Júnior é poeta e professor. Formado em Filosofia com pesquisa em Filosofia Política e Gestão Pública

 

*As opiniões emitidas pelos colunistas e leitores são de inteira responsabilidade dos mesmos e não refletem, necessariamente, a opinião do Saojosedoegito.Net.