Neste domingo (6) o Enem transcorre na normalidade em São José do Egito. O Saojosedoegito.Net visitou nesta tarde três locais de provas: Escola Municipal Luís Paulino de Siqueira, Escola Estadual Sebastião Rabelo e Erem Oliveira Lima.

Inscritos em suas salas e movimentação praticamente inexistente nos arredores dos prédios.

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A Escola Luis Paulino, no bairro Borja, durante o segundo dia do Enem 2016

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Na Sebastião Rabelo, no Planalto, tudo tranquilo

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Frente da Erem Oliveira Lima durante a aplicação das provas do Enem neste domingo

Este sábado (5) é o primeiro dia do Enem. São José do Egito é o município do Alto Pajeú que sedia o Exame Nacional do Ensino Médio. No Berço Imortal da Poesia, além dos inscritos egipcienses, também se submetem aos testes pessoas de Santa Terezinha, Tuparetama, Itapetim e Brejinho.

As provas estão ocorrendo em todas as escolas públicas – municipais e estaduais – da sede do município (Romero Dantas, Naná Patriota, Luís Paulino de Siqueira, São José, Édson Simões, Oliveira Lima, Sebastião Rabelo e Técnica Professora Célia Siqueira) e a Helena Maria, no distrito Riacho do Meio. O Enem prossegue até este domingo, (6).

Após fechados os portões, tudo tranquilo. Estivemos em 3 locais de provas. Em dois, registramos o clima nas imediações.

Confira as fotos defronte à Erem Édson Simões e Nana Patriota.

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Na Erem Édson Simões tudo tranquilo após o fechamento dos portões no primeiro dia do Enem

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Defronte à Naná Patriota algumas pessoas colocaram barraquinhas para vendas de lanches

eremol03A Erem Oliveira Lima tem incentivado bem seus alunos a encararem o Enem 2016. Além das tradicionais aulas e das vivências durante o ensino médio, nesta reta final, faltando pouco tempo para as provas do tão temido exame, é hora de reflexão e também de descontrair.

A escola promoveu aulão motivacional e de encerramento com os feras que estão partindo para uma nova etapa de suas vidas. As provas acontecem neste final de semana (sábado e domingo).

Boa sorte a todos (as)!

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Fotos: Facebook Erem Oliveira Lima

enem02As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão mantidas para sábado e domingo próximos (dias 5 e 6 de novembro) em todo o país. Nesta quinta (03), a Justiça Federal negou o pedido do Ministério Público do Ceará de suspensão das provas. A decisão, de caráter liminar, é da juíza Elise Avesque Frota.

O Ministério da Educação solicitou à Advocacia Geral da União que apresente para a Justiça Federal os fatos que demonstram o grave equívoco na argumentação apresentada pelo procurador Oscar Costa Filho, que pedia a suspensão do Enem.

Nesta sexta-feira (04) o ministro da Educação Mendonça Filho fará pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão às 20h.

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Foto: Site UFPE

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é a melhor universidade pública da Região Nordeste e a 13ª melhor universidade pública do Brasil, de acordo com o Prêmio Melhores Universidades 2016, do Guia do Estudante (GE), uma publicação da Editora Abril. As instituições de ensino foram premiadas a partir dos resultados obtidos na Avaliação de Cursos Superiores do Guia do Estudante.

 

O reitor Anísio Brasileiro comemorou o resultado positivo da UFPE, demonstrando a importância da instituição nos cenários regional e nacional. “Os resultados expressam a qualidade da nossa formação na graduação, nossa capacidade inovadora no que diz respeito aos currículos e à capacidade de melhorar a formação dos estudantes. Ao mesmo tempo, mostra a excelência dos nossos professores, mais de 70% têm doutorado, e do ambiente da Universidade no que diz respeito aos serviços por ela oferecidos à sociedade”, afirmou.

 

Os resultados completos da premiação podem ser consultados na publicação impressa Guia do Estudante Profissões Vestibular 2017, já nas bancas, e no site do Guia do Estudante.

 

ESTRELAS – A Avaliação de Cursos Superiores do GE, este ano, considerou 67 cursos dos três campi da UFPE (Recife, Caruaru e Vitória). Desse total, 14 cursos conquistaram cinco estrelas (excelentes), 39 cursos ficaram com quatro estrelas (muito bons) e 14 cursos ficaram com três estrelas (bons).

enem-2016A data do Enem será mantida, segundo o Ministério da Educação. Isso significa que pelo me­nos cem mil pessoas, sendo mais de sete mil em Pernambuco, podem deixar de fazer o exame devido à ocupação dos locais de prova por estudantes que se opõem à Proposta de Emenda Constitucional 241, já aceita pela Câmara dos Deputados. A PEC estabelece limite de gastos federais nos próximos 20 anos, respeitando apenas o valor de inflação, e os manifestantes preveem prejuízos tanto para a educação quanto para a saúde no País. São mais de mil escolas, campi universitários e institutos federais de ensino ocupados.

De acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho, a medida de adiamento da prova nos locais ocupados é a única alternativa do Governo. “Vamos prejudicar o menor número de candidatos dessa forma. Temos pouco mais de 1% do total de 8,6 milhões que pode ter a prova adiada”, afirmou. Por outro lado, o ministro espera que as instituições sejam desocupadas naturalmente. “Acho que as pessoas que serão prejudicadas devem se mobilizar para tentar sensibilizar os que estão ocupando, porque nós não queremos tomar uma postura de intimidação”, disse. Mendonça garantiu que a segunda prova aplicada para os alunos terá a mesma dificuldade da primeira devido ao método de Teoria de Resposta ao Item, ao qual o Exame obedece. Segundo o ministro, o TRI, como é conhecido, garante equilíbrio de dificuldade.

Aos candidatos, restam as dúvidas. Arthur de Araújo Barros, 17 anos, por exemplo, estudou com afinco durante todo o ano de 2016, mas não sabe quando fará o Enem. O estudante deseja cursar engenharia química e conhece a PEC 241 apenas superficialmente. Mas, sente as consequências individuais dos protestos. “Foi um ano suando, me preparando. Achar que vou fazer a prova em dez dias é ver no horizonte o momento de tirar esse peso das costas. Tudo que eu tinha para aprender neste ano, eu já aprendi. Eu desacelerei porque o que falta é fazer a prova”, contou o estudante. “Já cheguei a pensar que minha prova será mais difícil porque na prática eu teria mais tempo para estudar por causa do adiamento. Acredito que exista o direito de protestar, mas também é preciso garantir o meu direito de discordar.”

Outros alunos enxergam uma importância na ocupação que vai além do prejuízo próprio, como Andrews Lucena, 18 anos. Para o candidato a uma vaga no curso de Rádio e TV na UFPE, o impedimento é necessário. “Este ano foi todo de cursinho e estou muito estressado. Mas, o motivo da ocupação é extremamente importante. É assim para todas as pessoas com quem convivo”, argumentou. “Se o Enem for adiado, o estresse vai se estender. Mas, vou utilizar o tempo da melhor maneira possível. Tenho estudado e vou continuar estudando enquanto houver tempo. Acredito que a gente nunca está preparado.”

Dúvidas
Os participantes do Enem que tiverem dúvidas sobre a prova podem tirá-las por meio da Central de Atendimento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), no telefone 0800-616161. O órgão indica que, antes de procurar o atendimento telefônico, o participante consulte seus dados no site do Enem, no endereço www.enem.inep.gov.br.

educacao01Cerca de R$ 24 bilhões poderão deixar de ser investidos por ano em educação, a partir da vigência da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de acordo com a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados. A estimativa está em fase final de elaboração.

Atualmente, a União deve investir pelo menos 18% dos impostos em educação. Com a PEC, essa obrigatoriedade cai e o mínimo que deve ser investido passa a ser, a partir de 2018, o valor do ano anterior corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Os R$ 24 bilhões correspondem à diferença do mínimo constitucional para 2017, de 18% dos impostos arrecadados pela União, fixados pelo Projeto de Lei Orçamentária, e as aplicações totais previstas, observadas as regras impostas pela PEC 241/2016. Em 2017, a previsão é que o governo invista além do limite constitucional.

Com a PEC 241/2016, o investimento total “vai depender de governo a governo, que poderá investir mais do que o mínimo”, explica o consultor Cláudio Riyudi Tanno, responsável pela elaboração de estudo técnico que analisa os impactos do novo regime fiscal constante na PEC nas políticas educacionais.

Principal estratégia do Governo Temer para segurar o avanço da crise econômica, a PEC 241 fixa um teto para as despesas primárias para os próximos 20 anos. Procurado para responder a respeito do tema, o ministro da Educação, Mendonça Filho, disse, por meio de nota, que o estudo da Câmara parte de pressupostos equivocados, porque leva em consideração a manutenção do quadro econômico atual, “que é muito ruim, mas poderá ficar ainda pior se não houver equilíbrio das contas públicas”. Segundo ele, a PEC 241 reforça o compromisso do Governo com o equilíbrio das contas públicas. “O que retira dinheiro da educação é o Brasil em recessão, quebrado, sem espaço para crescimento e aumento de receita”, completou.

 

Fonte: Agência Brasil