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Neste sábado (2) será lançado na Terra dos Poetas o livro “São José do Egito – As Ruas Por Onde Passei – Histórias e Biografias”, de autoria do advogado Milton Oliveira.

A obra trás relatos importantes da vida de várias personalidades egipcienses bem como um detalhamento do que o município dispõe.

Vale a pena comparecer e adquirir!!

 

Serviço:

Evento: Lançamento do livro “São José do Egito – As Ruas Por Onde Passei – Histórias e Biografias”, de Milton Oliveira

Quando: Sábado, 2 de dezembro de 2017, às 19h30

Onde: Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) – Av. 25 de Agosto, 900 – Planalto – São José do Egito – PE

Profeta/poeta Manoel Luis morreu com 91 anos. Foto: Reprodução/Internet

Profeta/poeta Manoel Luis morreu com 91 anos. Foto: Reprodução/Internet

Na manhã desta terça (3) foi sepultado no Cemitério Sebastião Rabelo, em São José do Egito, o profeta/poeta Manoel Luis dos Santos. Ele estava internado no Hospital Maria Rafael de Siqueira e morreu nesta segunda (2). Nascido em 1926 nas redondezas do povoado Batatas, na Terra dos Poetas, foi um dos mais renomados astrólogos populares, referendado em larga escala por nordestinos, principalmente por agricultores.

O Almanaque do Nordeste Brasileiro, folheto lançado todos os anos com previsões e poemas, foi sua principal marca. Por mais de 60 anos a publicação aconteceu de forma ininterrupta e possivelmente se tornou a mais antiga no estilo em circulação no Brasil.

Desde adolescente este jornalista titular do blog teve a oportunidade de dialogar por horas com o profeta. Em 2010, desenvolvendo uma pesquisa para um projeto de conclusão de especialização, foi possível gravar em áudio o poeta contando suas histórias e recitando seus versos.

Em breve estaremos editando o conteúdo e disponibilizando-o na internet.

São José do Egito perde mais um grande nome da cultura popular!

Estrutura da 46ª Festa Universitária começa a ser montada no Pátio de Eventos. Fotos: Facebook/Associação Cultural

Estrutura da 46ª Festa Universitária começa a ser montada no Pátio de Eventos. Fotos: Facebook/Associação Cultural

Quarta-feira da próxima semana começa a 46ª Festa Universitária de São José do Egito. Pela primeira vez o evento será realizado no Pátio de Eventos Miguel Arraes de Alencar, no bairro Planalto. Até o domingo 23 muitas atrações devem passar pelo palco principal.

De acordo com a Associação Cultural – entidade que promove a festividade – nesta edição apenas uma empresa que firmou patrocínio poderá comercializar bebidas no pátio. A polêmica se instalou nas redes sociais e a entidade emitiu nota em sua página no Facebook.

 

“Nota de Esclarecimento

A cidade de São José do Egito realiza, entre os dias 19 e 23 de julho, a sua 46ª Festa Universitária – uma das principais festividades do calendário cultural de Pernambuco. Em 2017, o evento homenageia o centenário do diretor e dramaturgo pernambucano Hermilo Borba Filho, o produtor Deoclécio Mandú e o poeta Zé Catôta, com programação gratuita de shows, feiras e palestras.

A Festa Universitária de São José do Egito é organizada e realizada pela Associação Cultural, entidade sem fins lucrativos, cujo trabalho é realizado por profissionais voluntários. Nesta 46ª edição, a festa passa por uma modernização em seu formato, com melhorias na segurança e na infraestrutura.

Com a desestabilizada situação político-econômica do País, é inegável a dificuldade para a captação de recursos públicos para eventos culturais. Desse modo, foi preciso buscar parcerias junto à iniciativa privada para arcar com custos de produção, como estruturas de palco, som, luz, camarins, telões, camarote de acessibilidade, banheiros, barracas para bares, praça de alimentação, barracão universitário, tendas para stand de serviços e patrocinadores. Esses gastos totalizam cerca de R$ 110 mil.

Nossa prioridade foi a parceria com empresas locais, mas não obtivemos sucesso. A proposta, então, foi aceita por uma empresa de fora da cidade. O apoio ao evento preestabelece uma contrapartida à empresa parceira, sendo autorizada somente a ela a venda de bebidas no pátio do evento – situação semelhante à do São João de Campina Grande e de várias outras cidades que tiveram como apoiadoras empresas privadas.

OUTROS APOIADORES
A Festa Universitária de São José do Egito conta também com apoio e articulação da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes da cidade, do governo de Pernambuco e da Pitú.

COLETIVA DE IMPRESA
A Associação Cultural agradece a compreensão de todos e informa que na próxima segunda-feira (17), às 19h, será realizada uma coletiva de imprensa no Centro de Inclusão Digital, para divulgar a grade de programação da 46ª Festa Universitária de São José do Egito.”

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Nenen Patriota é poeta, professor e ativista cultural. Foto: Facebook

Nenen Patriota é poeta, professor e ativista cultural. Foto: Facebook

NOVENÁRIO DA VERDADE! (TÍTULO ALTERNATIVO: O SERTÃO NÃO QUER SER A CAPITAL)!
PRIMEIRA NOVENA ( PAI NOSSO QUE QUE ESTÁS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME) – O primeiro equívoco do deputado Antônio Moraes é imaginar que capital seja algo superior. Capital não é crédito, mérito ou honraria. Capital é centro administrativo e centro político de altíssima responsabilidade. Sertão não é descrédito, demérito ou desonra. Sertão é raiz, identidade indestrutível e PATRIMÔNIO Cultural da Resistência! Eis a distinção. Ela (capital) se sustenta por seus valores; ele (sertão), igualmente;

 

SEGUNDA NOVENA (VENHA A NÓS O VOSSO REINO) – O segundo equívoco (este imperdoável) é mandar elaborar um Projeto de Lei sem conhecimento da temática nem da história de um povo e, muito menos, de toda uma região, que inclusive, ultrapassa as fronteiras da divisa pajeuzeira;

 

TERCEIRA NOVENA (SEJA FEITA A VOSSA VONTADE) – Para esclarecer quem é ignorante na temática da Poesia Popular, é oportuno que se elenque os 30 municípios que carregam o aroma da poesia no sertão de Pernambuco e da Paraíba, excluindo-se naturalmente, os municípios de outras regiões dos dois estados. São 15 municípios paraibanos e 15 pernambucanos. Da Paraíba, são: 1- Teixeira; 2- Matureia; 3- Patos; 4- Imaculada; 5- Taperoá; 6- Ouro Velho; 7- Prata; 8- Sumé; 9- Monteiro; 10- Livramento; 11- Pombal; 12- Cajazeiras; 13- Pilar; 14-Desterro e 15- Princesa Isabel. Do sertão de Pernambuco, são: 1- São José do Belmonte; 2- Sertânia; 3- Arcoverde; 4-Serra Talhada; 5-Afogados da Ingazeira; 6- Iguaraci; 7- Ingazeira; 8- Tabira; 9- Triunfo; 10 – Carnaíba; 11- Tuparetama; 12- Santa Terezinha; 13- Brejinho; 14- Itapetim e 15- São José do Egito. Quem quiser, faça igual a mim, passe 40 anos pesquisando e saiba o histórico, a prática, o cotidiano, a trajetória e as tradições poéticas dos 30 municípios iluminados dos sertões de Pernambuco e da Paraíba;

 

QUARTA NOVENA (ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU) – Esclareça-se, também, que das 12 “cidades” citadas do Pajeú das Flores não há uniformidade similar entre elas. Cada qual teve e tem suas peculiaridades sui generis. Há uma relação parecida, mas o histórico faz-se distinto, inconfundível e autêntico;

 

QUINTA NOVENA (O PÃO NOSSO DE CADA NOS DAI HOJE) – No Pajeú, Santa Cruz da Baixa Verde, Quixaba, Solidão e Calumbi não exalam a mesma verve poética dos demais 12 municípios. Há manifestações e potencialidades isoladas, mas não raízes e frutos cotidianos e genuínos de efervescência no campo da poesia. Tal fato não as torna menores. Simplesmente são universos paralelos;

 

SEXTA NOVENA (PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS) – Tabira não é apenas um centro de produção poética de inteligência genial. Tabira é o município da religiosidade arraigada na alma popular. Tabira tem muito mais. De Dona Nevinha Pires, Dedé Monteiro (e família), Sebastião Dias, Genildo Santana, Pedro de Alcântara, da APPTA, dos educandários de qualidade, das festas populares, da Missa do Poeta, dos Grupos de Dança, do comércio pujante, do Movimento de Música Alternativa, da culturalíssima Feira do Gado, dos vaqueiros, aboiadores, das bandas marciais extraordinárias e das crianças e adolescentes aprendendo versificação com os mestres todo o tempo, dentre outras aptidões. Tabira é, sem dúvida, a “Cidade das Tradições”, tal qual Teixeira, Monteiro, Patos, Brejinho, Itapetim, São José do Egito (única cidade do Brasil a ter a Disciplina de Poesia Popular), Tuparetama, Triunfo e Serra Talhada. Todas elas multiculturais. Tabira não precisa de oficialismo pasteurizado da legalidade em forma de “consolação”. Tabira não necessita de condecorações oriundas de proselitismo politiqueiro. Ela já é sublime pela própria natureza e grandeza de seu povo;

 

SÉTIMA NOVENA (ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO) – Contar poetas por metro quadrado ou somar quem lança mais livros é matemática inútil. O que mede a legitimidade poética de um município é sua história, sua trajetória e suas manifestações conhecidas no Nordeste, no restante do Brasil e fora dele;

 

OITAVA NOVENA (E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL…) – Eis a história inequívoca e inapelável. Por volta de 1720, surgiram os primeiros poetas cantadores na serra de Canudos (hoje, Teixeira), sendo o primeiro genial repentista Agostinho Nunes da Costa, nascido em 1797, pai de três filhos cantadores, dentre eles, Ugolino (mais poeta que o pai e os irmãos). Por volta de 1750, alguns repentistas seguiram a nascente do Rio Pajeú (localizada em Brejinho) e encontraram um lugarejo denominado Umburanas (hoje, Itapetim) e lá se alojaram. Por volta de 1780, muitas destas famílias e seus descendentes passaram a residir em uma povoação maior, chamada de São José das Queimadas e depois São José da Ingazeira (hoje, São José do Egito). Por mais que exponha bairrismo, nada mais coerente que Teixeira ser a TERRA-MÃE DA CANTORIA; Itapetim, O VENTRE IMORTAL DA POESIA e São José do Egito, O BERÇO IMORTAL DA POESIA. A sequência foi recorrente. O Rio cuidou de expandir o seu mais rico fruto… O pioneirismo ou nascedouro se manteve nas três estrelas reluzentes das duas regiões circunvizinhas. Teixeira ofuscou o passado e o resgatou; Itapetim sempre manteve o vigor e São José do Egito aglutinou mais e se tornou mais conhecida no Brasil e no exterior. Qualquer versão não passa de versão. O que externo aqui é fato;

 

9- NOVENA FINAL (AMÉM)! –
QUEM NOSSA HISTÓRIA DESMENTE
NÃO CORRÓI O PATRIMÔNIO
COMO O “DETURPADO” ANTÔNIO
MORAES, TÃO INCOERENTE
SEU GESTO FOI IMPRUDENTE
ILEGÍTIMO, BANAL
UM ERRO CRASSO, FATAL
POR SER NÉSCIO NA RAZÃO…
SERTÃO É SEMPRE SERTÃO
CAPITAL É CAPITAL!
(POR NENEN PATRIOTA – Em 24/06.2017)

Na sessão ordinária da Câmara SJE deste sábado (17) o vereador Alberto de Zé Loló (PT) discursou sobre a polêmica envolvendo projeto do deputado estadual Antônio Moraes que confere o título “Capital da Poesia” para Tabira.

Alberto Loló foi aparteado pelos vereadores Albérico Tiago, Rona Leite e Claudevan Filho.

Confira no vídeo o pronunciamento com apartes:

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Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poesia Livre 2017. Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.

A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Poesia Livre 2017. Antologia Poética.

Concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas até 05 de março de 2017 pelo site: www.poesialivre.com.br

A realização é da Vivara Editora Nacional com apoio cultural da Revista Universidade.