Vereador Rogaciano Jorge solicita implantação de sistema que garanta internet grátis para moradores da zona rural de São José do Egito

Rogaciano Jorge. Foto: Marcello Patriota
Rogaciano Jorge. Foto: Marcello Patriota

O vereador Rogaciano Jorge (PSB) empreendeu uma indicação interessante para moradores da zona rural. Aprovada na última sessão ordinária da Câmara de São José do Egito, sábado (17), a matéria dá ao Poder Executivo a ideia de implantação de um sistema Wi-Fi que garanta internet grátis para atender quem mora fora da sede do município.

Aprovada por unanimidade, a Indicação nº 112/2017, propõe ainda que a prefeitura analise se há viabilidade financeira e havendo possibilidade que envie à Casa do Povo projeto com a criação desse sistema.

O vereador Rogaciano Jorge é da base de situação e aliado de primeira linha do prefeito Evandro Valadares (PSB).

Confirmada a realização da II Fenesje (Feira de Negócios de São José do Egito)

Em 2017 a Fenesje será no Pátio de Eventos. Arte: Divulgação
Em 2017 a Fenesje será no Pátio de Eventos. Arte: Divulgação

Foi lançado o projeto para realização da II Fenesje (Feira de Negócios de São José do Egito). O Conselho de Desenvolvimento, a CDL e a Adesje já iniciam a divulgação da pré-inscrição de quem deseja colocar stand durante os três dias do evento.

Em 2017 a feira acontece nos dias 7,8 e 9 de setembro; ano passado foi realizada em dezembro. Outra novidade é que o evento será no Pátio de Eventos Miguel Arraes de Alencar, no Planalto. Ano passado foi na Av. Marechal Rondon.

A pré-inscrição pode ser feita nas sede da CDL (Rua Gov. Walfredo Siqueira – Rua da Baixa) e da Adesje (Rua João Pessoa – antigo Centro de Cultura).

Em pronunciamento, vereador Alberto de Zé Loló fala sobre polêmico projeto que confere a Tabira o título “Capital da Poesia”

Na sessão ordinária da Câmara SJE deste sábado (17) o vereador Alberto de Zé Loló (PT) discursou sobre a polêmica envolvendo projeto do deputado estadual Antônio Moraes que confere o título “Capital da Poesia” para Tabira.

Alberto Loló foi aparteado pelos vereadores Albérico Tiago, Rona Leite e Claudevan Filho.

Confira no vídeo o pronunciamento com apartes:

Artigo: O Pajeú é um só! > Por Mariana Teles (sobre a polêmica envolvendo o tema “Capital da Poesia”)

Mariana Teles é pajeuzeira, poetisa, escritora e advogada
Mariana Teles é pajeuzeira, poetisa, escritora e advogada

O Pajeú é um só!

 

Melhor do que receber títulos, somente a graça de merecê-los.

O Pajeú acompanhou na última semana a divulgação de um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Antônio Morais (PSDB) que torna Tabira a Capital Estadual da Poesia. Ponderar a grandeza cultural que Tabira gera e alimenta é redundância. Tabira é mãe de inspirados poetas e de fato, vive uma atmosfera de cultura popular que vai das urnas aos palcos.

No entanto, o País Pajeú – que reúne 17 cidades no eixo que respira a poesia popular – parecia já haver superado o obsoleto debate de quem é berço, quem é ventre, e quem é capital da poesia. Discussão que jamais colaborou com a valorização institucional da cultura popular e que atrasou a integração de uma região que unida é maior em arte e em trabalho.

A pirotecnia política de um projeto de lei dessa natureza fere de morte a arte que é produzida em todas as outras cidades. Não é hora de discutir quem gerou mais poetas, onde reside mais cantadores, muito menos qual cidade merece o título. A legitimidade de região da poesia foi conferida pela história. É uma legitimidade secular e corroborada pelo povo.

Somos, enquanto pajeuzeiros e produtores do belo, invisíveis aos olhos políticos quando o assunto é investimento. Quando agonizamos na ânsia de elaborar um plano de política cultural que contemple cada cidade. Não vejo a Assembleia Legislativa de Pernambuco empenhar nenhum esforço na hora de reconhecer que existe uma região que exportou gênios e continua a fomentar espontaneamente a formação cultural de milhares de jovens.

Não é proposto nenhum projeto de lei que reconheça a contribuição do Pajeú na formação da história e da identidade do povo de Pernambuco. Não existe no Palácio da Princesas uma porta aberta quando o assunto é discutir e investir na cultura sertaneja.

É esse tipo de Projeto de Lei que o Pajeú precisa.

É o título de Região que reconhece e valoriza os artistas e os produtores culturais.

Muito do potencial inclusive econômico da nossa terra poderia ser potencializado pela gestão cultural responsável e estruturada, mas quando finalmente um olhar político resolve nos enxergar o que consegue propor é o retorno de um debate pequeno e que envergonha o patamar cultural que a região conquistou.

Tabira é a terra das tradições. Mãe do patrimônio vivo Dedé Monteiro. Elegeu por duas vezes um poeta repentista para o executivo municipal. Mas compreendo que eleger uma cidade que apesar de indiscutível destaque no cenário cultural não é exceção de uma região é simplesmente fechar os olhos para outras 16 que com ou sem título, fomentam, aquecem e imprime os valores da poesia na formação dos seus cidadãos.

Nós precisamos de integração. De uma política cultural que compreenda e valorize as diversas potencialidades da nossa região de forma paritária.

Tenho absoluta certeza que não é projeto de lei de Deputado Estadual que por ser votado em determinado município vai arrancar a legitimidade que a história já concedeu a um povo e uma região.

Enquanto os olhos políticos estiverem concentrados em faturar politicamente em cima da cultura, a causa poesia popular será manuseada como objeto de adorno e bravata partidária, longe da reverência justa que merece.

Não precisamos de mais títulos. Nossos títulos foram construídos no empenho de dezenas de cantadores de viola que elevaram o nome da nossa região Brasil a fora. Nosso título nasceu com Os irmãos Batistas (que só deletaram sentimentos e acumularam fãs), com Rogaciano Leite, Zezé Lulu, Job Patriota, Zé Catota, João Paraibano e diversas estrelas que compõe a constelação Pajeú.

Nosso título continua sendo legitimado. A safra nova não decepciona e se multiplica com uma força e uma rapidez que parece o embalo de um martelo a desafio ou de um galope a beira mar.

O título que o Pajeú precisa não é eleger uma Capital. É reivindicar investimento para fortalecer a integração de cada uma cidade irmã. Nós somos Tabira, São José, Tuparetama, Itapetim, Solidão, Carnaíba, Quixaba, Serra Talhada, Triunfo, Ingazeira, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde, Iguaracy.

Somos um soneto de Dedé Monteiro na voz de Antônio Marinho!

Somos um só povo, uma só arte e uma só história.

O capital que precisamos não é no sentido de cidade, é no sentido de recurso. Só assim seremos do tamanho do que produzimos. Integrados e exportando para o mundo a poesia popular em todas as suas dimensões.

 

Mariana Teles é pajeuzeira, poetisa, escritora e advogada.

 

* Este artigo reflete a opinião do blog

Última sessão da Câmara SJE no primeiro semestre com debates quentes e votação de matérias

Última sessão ordinária da Câmara SJE no primeiro semestre de 2017. Fotos: Ascom Câmara SJE
Última sessão ordinária da Câmara SJE no primeiro semestre de 2017. Fotos: Ascom Câmara SJE

Última sessão da Câmara SJE no primeiro semestre com debates quentes e votação de matérias

Hoje (17) aconteceu a última sessão ordinária da Câmara de Vereadores de São José do Egito neste primeiro semestre de 2017. No próximo sábado (24) será feriado na Terra dos Poetas e de 1º a 31 de julho o legislativo estará em recesso parlamentar. Como vem ocorrendo nas últimas reuniões, o grande expediente, com os pronunciamentos, abriu os trabalhos. Após os debates na tribuna e os tradicionais apartes, o pequeno expediente entrou em cena com as leituras das matérias que constavam na pauta da ordem do dia. A condução dos trabalhos foi do presidente Antônio Andrade (PSB).

A oposição ao governo municipal apresentou diversas denúncias relacionadas à administração pública e a situação participou dos debates defendendo posicionamentos da atual gestão.

Ainda foi debatida a polêmica em torno de projeto de autoria do deputado estadual Antônio Moraes que dá o título “Capital da Poesia” à Tabira. É de conhecimento público a tradição de São José do Egito carregar há décadas essa homenagem. O discurso do vereador Alberto de Zé Loló foi todo baseado em repudiar o projeto e esclarecer que esse tipo de matéria “apenas contribui para segregar e não congregar culturalmente os municípios”. Vários parlamentares apartearam Loló e manifestaram-se também contrários ao ato de Moraes. A Câmara deve encaminhar à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nos próximos dias carta se posicionando sobre a matéria.

Dentro do campo das discussões de matérias de origem da própria câmara, além de indicações, requerimentos e moções, o destaque se dá para projetos de autoria dos vereadores Rona Leite (PT) e Albérico Tiago (PR).

Do petista foi aprovado o PL nº 005/2017 instituindo o Dia do Gari, que oficialmente passa a ser comemorado em São José no dia 16 de maio. Do republicano entrou em discussão o PL nº 007/2017 que denomina diversas ruas no bairro Morada Nova. A matéria está agora em apreciação e deve ser votada apenas no segundo semestre.

A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Agricultura Marcos Brito que trouxe esclarecimentos acerca de questionamentos emitidos por parlamentares no tocante à escavação de cisternas por parte da prefeitura.

A próxima sessão da Câmara SJE será em 05 de agosto. Durante o recesso a Casa do Povo funciona com expediente interno. Apenas não haverá reunião plenária ou de comissões.

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Comissão de Justiça da Câmara SJE se reúne para analisar projetos antes do recesso

Reunião da Comissão de Justiça da Câmara de Vereadores SJE. Foto: Ascom Câmara SJE
Reunião da Comissão de Justiça da Câmara de Vereadores SJE. Foto: Ascom Câmara SJE

Nesta sexta-feira (16) a Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara de Vereadores de São José do Egito se reuniu para colocar em pauta análises de projetos que podem entrar em votação na última sessão do semestre, que acontece amanhã (17).

O presidente da comissão Rogaciano Jorge, o relator Beto de Marreco e parlamentar Alberto de Zé Loló se debruçaram sobre algumas matérias de iniciativa do próprio Legislativo para limpar a pauta na próxima reunião.

Neste sábado a Casa realiza sua última sessão do primeiro semestre de 2017. O recesso só será iniciado em 1º de julho, entretanto, o sábado seguinte (24) é feriado em São José e por esse motivo não haverá reunião.

Autorizada venda de milho para São José do Egito, Bom Conselho, Limoeiro e Floresta

O secretário de Agricultura e Reforma Agrária de Pernambuco Nilton Mota solicitou à Conab 30 mil toneladas de milho para distribuição em todo o Estado. Foto: Divulgação
O secretário de Agricultura e Reforma Agrária de Pernambuco Nilton Mota solicitou à Conab 30 mil toneladas de milho para distribuição em todo o Estado. Foto: Divulgação

Foi autorizado o início da venda de milho em São José do Egito, Bom Conselho, Limoeiro e Floresta. O anúncio, feito em Petrolina pelo ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Eumar Novacki, vai beneficiar produtores de aves, bovinos, suínos, caprinos e ovinos.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou para este ano a liberação de 250 mil toneladas do produto para o Programa Vendas em Balcão, das quais 200 mil toneladas serão destinadas aos estados nordestinos, em virtude da estiagem prolongada. Para reforçar os estoques, o secretário de Agricultura e Reforma Agrária de Pernambuco, Nilton Mota, solicitou à Conab 30 mil toneladas de milho para distribuição em todo o Estado.

“Neste momento de desafios, é fundamental esse apoio aos nossos produtores. Por isso, estamos somando esforços dos governos Federal e Estadual, com o apoio das prefeituras, para ofertar o milho em condições especiais, incluindo o subsídio do ICMS concedido pelo governador Paulo Câmara, que permitiu uma redução em média de 50% no valor da saca do produto”, argumentou o secretário.

Projeto que confere a Tabira título de “Capital da Poesia” gera polêmica em São José do Egito e Itapetim

Antônio Moraes, deputado autor do projeto. Foto: Alepe
Antônio Moraes, deputado autor do projeto. Foto: Alepe

Mal foi divulgado nas redes sociais, o projeto de Lei Ordinária 1408/2107 do Deputado Estadual Antônio Moraes está gerando polêmica na região do Pajeú.

Apresentado em 30 de maio, confere a Tabira o título de Capital da Poesia. Segundo o Deputado em sua justificativa,  “Tabira é conhecida como a Terra dos Poetas”. O Deputado usa trecho de texto do Wikipedia sobre a história do município na argumentação.

“Em 1865, por iniciativa própria, na fazenda de propriedade do Sr. Gonçalo Gomes, formou-se uma pequena feira, para comercialização de produtos da região,  no território que viria a se constituir posteriormente no município de Tabira”. Segue contando a história até  a emancipação, quando a lei  estadual nº 418, de 31 de dezembro de 1948, desmembrou o município de Afogados da Ingazeira.

E segue: “De ruas e lugares inspiradores, a poesia é uma constante na cidade, despontando de forma espontânea no cotidiano da população. Com diversos poetas Tabirenses, suas belezas são constantemente declamadas, em  versos que se unem para formar estrofes lindas, que exaltam e enaltecem sua  história”.

E conclui: “Pelo exposto, como plenamente justificado, o pleito desta proposição é conceder  a cidade de Tabira o Título de Capital da Poesia, tendo em vista a sua  veemência em nos presentear com sensíveis poetas e a poesias de qualidade. Resta-nos solicitar dos nossos ilustres pares desta Casa Legislativa sua  necessária aprovação”. Curioso é que não cita sequer Dedé Monteiro, Patrimônio Vivo de Pernambuco, na justificativa, o que poderia atenuar a polêmica.

O projeto passou por analise da Comissão de Redação, Constituição e Justiça em 13 de junho. O relator, Rodrigo Novaes, não viu problemas na proposição. “Não viola a autonomia municipal, visto que se limita a  conceder título à cidade, qualificando-a e tornando-a mais conhecida no âmbito  regional. Feitas essas considerações, o parecer do relator é pela aprovação do Projeto”. Foram favoráveis ao relatório Aluísio Lessa, Antônio Moraes, Lucas Ramos, Ricardo Costa, Rodrigo Novaes, Romário Dias, Sílvio Costa Filho, Tony Gel.

A polêmica se da principalmente em cidades do Alto Pajeú, como São José do Egito e Itapetim. A primeira, inclusive, já é conhecida popularmente como Capital da Poesia. Segundo o blog apurou, o movimento poético da cidade não absorveu a aprovação. Há rumores de que o tema deve render. Política. Negativo tem sido o debate separatista e até de questionamento entre as cidades que o projeto deflagrou nas redes sociais.

Não se sabe se o prefeito Sebastião Dias teve conhecimento ou estimulou a proposição. O Diretor de Cultura, Zé Carlos do Pajeú, também poeta, disse a pessoas próximas não saber do projeto. Ivan Dias, filho de Sebastião Dias, que é jornalista, atua no gabinete de Moraes.

 

Nill Júnior

 

Confira o parecer da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça ao Projeto de Lei Ordinária 1408/2017

Marília Arraes cumpre agenda em São José do Egito

Marília foi recebida na sexta (9) pelo vereador Alberto de Zé Loló (centro) e contou com a companhia do ex-prefeito Romério Guimarães. Foto: Jefferson Amorim
Marília foi recebida na sexta (9) pelo vereador Alberto de Zé Loló (centro) e contou com a companhia do ex-prefeito Romério Guimarães. Foto: Jefferson Amorim

A vereadora pelo PT em Recife Marília Arraes esteve mais uma vez em São José do Egito. Na noite da sexta-feira (9) ela foi recebida pelo vereador Alberto de Zé Loló (PT) em sua residência para um jantar. Na ocasião diversos políticos locais estiveram reunidos, entre eles o ex-prefeito Romério Guimarães (PT) e os parlamentares egipcienses Antônio Andrade (PSB), Aldo da Clipsi (PT), Albérico Tiago (PR), David Teixeira (PR). A poetisa Mariana Teles acompanhou Marília.

Na manhã do sábado (10) Marília participou da sessão ordinária da Câmara de Vereadores da Terra dos Poetas. Na tribuna a parlamentar discursou sobre as reformas trabalhista e da previdência e sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que considera um golpe.

A vereadora participou dos debates na Câmara de São José do Egito. Foto: Ascom Câmara SJE
A vereadora participou dos debates na Câmara de São José do Egito. Foto: Ascom Câmara SJE

Marília também comentou sobre o governo Paulo Câmara. Falando sobre o governador disparou: “Pernambuco é um grande exemplo de que o líder não pode ser somente o técnico. Pernambuco hoje está vivendo na pele o que é e o que foi esse ambiente que se criou contra a atividade política. Em 2014 o Estado elegeu um técnico que passou num concurso, dignamente, mas trabalhou a vida inteira dentro de um gabinete; nunca foi na rua, nunca botou o pé no chão, nunca conversou com uma pessoa pra saber como era a vida dela…”. E completou: “Técnicos assim, que não são políticos, terminam brincando com as esperanças das pessoas, porque não sabem a realidade do povo”.

Aos egipcienses Marília deixou um recado: “Não vote em quem vai tirar os direitos do trabalhador”, fazendo uma referência à reforma trabalhista em andamento no Congresso Nacional.

A parlamentar vem percorrendo o Estado e dialogando sobre matérias que julga serem de interesse público, levando sua análise sobre problemas que assolam o país.

Marília concluiu sua visita a São José do Egito participando do Debate na Cultura com o jornalista Geraldo Palmeira Filho.

 

Leia também matéria publicada em 18 de março:

Marília Arraes diz no Debate na Cultura que “Pernambuco vive como se não tivesse governador”

Em nota, ex-deputado José Marcos critica classes multisseriadas na gestão de Evandro

Ex-deputado Zé Marcos. Foto: Henrique Genecy/Alepe
Ex-deputado Zé Marcos. Foto: Henrique Genecy/Alepe

Após as matérias sobre a fiscalização de vereadores em escolas públicas municipais para constatar se existem classes multisseriadas em São José do Egito formadas neste 3º mandato do prefeito Evandro Valadares (PSB), o ex-deputado José Marcos de Lima encaminhou ao blog nota lamentando que a prática esteja realmente acontecendo no município após tantos investimentos, segundo o mesmo – em conversa com nossa redação, executados na educação nos últimos anos.

Zé Marcos também chama a atenção da secretária Roseane Borja – que a considera capacitada para coordenar a pasta e com trabalho digno de admiração – para que não admita tal prática, pois percebe que isso é um retrocesso.

O político ainda parabenizou os parlamentares que estão exercendo o seu papel fiscalizador.

Leia, na íntegra, a nota:

“Parabéns aos nossos vereadores pela constatação rápida de classes multisseriadas nas escolas municipais. Isso representa um baita RETROCESSO na educação. Lamento muito pelo futuro das nossas crianças; estou pasmo com essa notícia. Precisamos avançar rápido para acompanharmos o desenvolvimento do Brasil e do mundo, porém, sem educação eficiente, não chegaremos lá.

Tenho certeza que a atual secretária tem méritos e capacidade para administrar a pasta, pois já exerceu anteriormente o cargo e fez um trabalho digno de admiração.

Secretária, não admita tamanho retrocesso, não deixe manchar seu curriculum, porque a história não vai esquecer tamanha irresponsabilidade dessa gestão.

PARABÉNS VEREADORES!”