Mistério resolvido: Estudo descobre porque chove tanto na Amazônia

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Cientistas que estudam há mais de 25 anos a formação das nuvens na Amazônia sempre se depararam com um mistério: as gotículas de água produzidas pela floresta são insuficientes para provocar as tempestades, que são constantes na região. De onde vinha o resto?

Segundo estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista Nature, a resposta é surpreendente: as gotículas vêm do céu, de grandes altitudes.

Os aerossóis (nanopartículas) que estão na atmosfera a cerca de 15 mil metros de altitude (faixa por onde voam os aviões comerciais) se somam às partículas vindas das árvores e alimentam as nuvens da região amazônica.

Os cientistas já sabiam da existência dos aerossóis em grandes altitudes e que eles eram removidos pela chuva. Faltava entender como a atmosfera restabelecia a concentração de aerossóis rapidamente. O que descobriram foi de onde eles vêm e como ajudam a “fazer chover”.

Partículas que sobem e descem

Os gases emitidos pelas árvores da floresta são levados da superfície para a alta atmosfera pelo movimento vertical de massas de ar. No alto, onde a temperatura é de cerca de -55°C, eles se condensam e formam os aerossóis.

Essas nanopartículas são retiradas da alta atmosfera pelas correntes descendentes de nuvens de chuva e se combinam com os gases das árvores que estão vindo em correntes ascendentes.

Neste encontro, as partículas crescem rapidamente e formam gotículas e nuvens. As correntes de convecção dão início à chuva.

 

 

Fonte: Uol

Foto: wikimedia.org


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