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CRISE ECONÔMICA OU POLÍTICA?

 

O nosso país está passando por uma grande crise econômica provocada por uma crise política, fruto de grandes escândalos financeiros.

O povo ainda embriagado pelo pleito eleitoral que acaba de acontecer nos municípios brasileiros, continua a defender bandeiras em função da crise e da defesa do empreguismo inconsequente.

Defende-se a moral e a ética, desde que estas não façam parte da sua conduta, pois enquanto defendem estes princípios, buscam-se cargos e empregos no setor público sem o compromisso de melhorar da qualidade de vida do cidadão.

É preciso investir na educação e na formação cidadã para que possamos transformar os interesses privados em desenvolvimento econômico e social, onde o propósito não seja repetir os atos inconsequentes em função da falta da ética e da moral estampados em algumas instituições.

É necessário que a sociedade passe a entender que dar emprego é contratar, e contrato no serviço público nem sempre gera renda, mas gera despesas e pode diminuir a qualidade de vida das pessoas em função da falta de educação, saúde, saneamento básico, por falta de recursos financeiros.

Gerar emprego e renda no serviço público é quando esta contratação se dá por empresas que vêm executar obras contratadas pelo município que aplica os impostos arrecadados do cidadão, sejam estes, municipal, estadual ou federal, pois desta forma proporciona INVESTIMENTO para o desenvolvimento econômico e social do Estado e dos municípios, ou quando esta contratação não é apenas a oferta de cargos.

Precisamos analisar os fatos para não sermos influenciados por pessoas sem compromisso social, por discursos demagógicos de pessoas que têm condição econômica e capacidade técnica, mas não têm a coragem e a determinação de empreender para gerar emprego, renda e qualidade de vida para o povo, pois a sua preocupação é sempre com o seu bem-estar.

Todo cidadão e cidadã têm o direito de escolha, mas também tem responsabilidade com suas escolhas, e para isto é necessário o desenvolvimento não apenas da educação formal, mas da formação cidadã onde os princípios éticos e moral sejam trabalhados não só na escola, mas também na família, célula mater da sociedade.

Dentro destes princípios, defendo o que os políticos quando gestores não têm o menor compromisso e interesse que aconteça, pois muitas vezes conduzidos por pessoas egocêntricas, quando não são elas próprias, impedem o desenvolvimento da educação fiscal e financeira dentro das escolas e das comunidades, apenas por falta de conhecimento.

Por isto, se faz necessário que as pessoas passem a se candidatar para serem gestores públicos, servidores públicos, e não continuar com a concepção de ser servido pelo poder público, pois quando o povo começar a perceber esta lógica, é possível que os gestores mudem a forma de gerir e coloquem servidores comprometidos com o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida do seu povo.

 

– As opiniões emitidas pelos colunistas e leitores são de inteira responsabilidade dos mesmos e não refletem, necessariamente, a opinião do Saojosedoegito.Net.

COLUNA DA QUARTA – Por Tarcízio Leite
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