Em novembro os combustíveis ficaram entre os principais vilões do aumento do custo de vida do brasileiro.

A gasolina subiu 1% e o álcool subiu 4,5% na medição do Índice Geral de Preços Mercado. O IGP-M é apurado pela Fundação Getúlio Vargas.

Também subiram, por exemplo, os preços do plano de saúde, da refeição fora de casa e da conta de luz.

Alimentos como leite, feijão e tomate, por outro lado, ficaram mais baratos.

No geral, o IGP-M recuou 0,03%. É que além dos preços cobrados diretamente dos consumidores, que subiram 0,26%, a FGV leva em conta o custo da construção civil, que cresceu: 0,17%.

E ainda os custos dos produtores, que caíram 0,16%, puxados por matérias-primas do setor agrícola como cana, açúcar e mandioca.

Conta de luz e combustíveis mais caros puxam custo de vida do brasileiro em novembro
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