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Remédios para tratar hepatite C serão oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). São quatro medicamentos: Ombitasvir, Veruprevir, Ritonavir e Dasabuvir.

O Diário Oficial da União já publicou a oferta desses remédios pelo SUS. Segundo a matéria, os quatro medicamentos serão utilizados em casos de hepatite crônica causada pelo genótipo 1 em pacientes com fibrose avançada e cirrose.

A hepatite C é causada por um vírus presente no sangue. Entre as formas mais comuns de transmissão estão o compartilhamento de material para uso de drogas, como seringas e cachimbos, e de higiene pessoal, como lâminas de barbear, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam e transfusão de sangue. Também fazem parte dessa lista material usado para fazer tatuagem e colocar piercing contaminados.

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Foto: Reprodução

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Foto: Reprodução

A proposta do governo federal para a Reforma da Previdência prevê que o trabalhador terá que contribuir por 49 anos se quiser receber 100% do valor da aposentadoria a que tem direito.

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Neste caso, ele receberá 76% do valor da aposentadoria. A cada ano que contribuir a mais terá direito a um ponto percentual. Desta forma, para receber a aposentadoria integral, o trabalhador precisará contribuir por 49 anos, a soma dos 25 anos obrigatórios e 24 anos a mais.

“Portanto, para chegar a 100% do benefício precisará trabalhar por 49 anos”, disse o secretário da Previdência, Marcelo Caetano. O valor da aposentadoria será 51% da média dos salários de contribuição.

Atualmente, o valor mínimo da aposentadoria é o salário mínimo e o teto é R$ 5.189,82, que é reajustado anualmente pelo INPC. De acordo com o governo, o mínimo continuará sendo o salário mínimo.

Segundo Caetano, com as regras previstas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma, será possível economizar entre R$ 5 bilhões e R$7 bilhões a cada ano apenas com o Regime Próprio de Servidores Civis. Além disso – cumprindo-se a expectativa do governo federal de aprovar a reforma ainda em 2017, bem como aprovar também uma lei específica com novas regras para o Benefício da Prestação Continuada (BPC) – poderão ser economizados outros R$ 678 bilhões entre 2018 e 2027.

“Nossa expectativa é de que o Congresso aprove [a reforma] em 2017 para garantir [os benefícios para os cofres públicos]. Só com a reforma pelo BPC para o INSS a economia será de R$ 4,8 bilhões em 2018, valor que cresce para R$ 14,6 em 2019. Em 2020, será de R$ 26,7 bilhões; e em 2021 será de R$ 39,7 bilhões. De 2018 a 2027, a economia seria algo em torno de R$ 678 bilhões”, disse o secretário. “Além disso, com regime próprio de servidores civis, a economia será de R$ 5 bilhões a 7 bilhões por ano”, acrescentou.

O Benefício da Prestação Continuada (BPC) equivale a um salário mínimo mensal que é concedido a idoso com mais de 65 anos ou pessoas com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo. O governo pretende que, no caso de idosos, a idade mínima passe para 70 anos, em uma transição gradual de 10 anos.

A ideia do governo é fazer com que a renda de todos os entes da família passem a ser consideradas para o cálculo, sem as exceções previstas na lei atual – caso, por exemplo da renda obtida por pessoas com deficiências. Nas regras atuais, para receber o BPC, a renda per capita da família tem de ser inferior a um quarto do salário mínimo.

 

Da Agência Brasil

Nesta terça-feira (06), às 14h, na Praça do Derby, no Recife, policiais militares farão assembleia. No encontro eles poderão decidir por uma paralisação ou operação-padrão.

Os PMs esperar deliberar sobre o incremento de subsídios salariais e a revisão do Plano de Cargos e Carreira.

Em maio de 2014 ocorreu a última greve da PM. Ela durou três dias, contribuindo para o aumento do índice de crimes e para o saque de lojas em Abreu e Lima. No primeiro semestre deste ano, uma paralisação foi evitada por pouco.

A Secretaria de Administração informou que, por enquanto, não se pronunciaria sobre o assunto.

Mata Atlântica. Foto: wikipedia

Mata Atlântica. Foto: wikipedia

O município de Passira, no Agreste, foi o que mais desmatou Mata Atlântica, com a supressão de 51 hectares de floresta nativa – aproximadamente o mesmo quantitativo de campos de futebol. Na contramão, Abreu e Lima, no Grande Recife, foi a cidade que mais conservou seu bioma, com 61,4% do total natural preservado.

É o que apontam os dados do Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O estudo traz o levantamento mais recente sobre a situação do desmatamento em 3,4 mil cidades do País, referente aos dois últimos anos.

Atualmente, a Mata Atlântica é a floresta mais ameaçada do Brasil, com apenas 12,5% da área original preservada, segundo a SOS Mata Atlântica, o que só reforça, segundo ambientalistas, que o poder público e as comunidades devem voltar o olhar para a conservação do pouco de vegetação nativa que ainda resta.

Essa discrepância nos resultados (ver arte abaixo) reflete a falta de uma agenda ambiental, na avaliação do diretor-presidente do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), Severino Ribeiro. “O que falta mesmo é uma gestão municipal que efetive planos de conservação e recuperação de remanescentes, planos de manejo. Enfim, uma série de estratégias que poderia ser trabalhada. A maioria das cidades que desmataram está inserida no Agreste, região onde há uma maior concentração de remanescentes florestais, como os brejos de altitude”, ressalta. Ele cita a cidade de Bonito, também no Agreste, como exemplo a ser seguido. “Estamos trabalhando na criação de uma unidade de conservação na Mata da Chuva. Bonito está à frente nesse sentido”, reforça Ribeiro.

Para o diretor de Políticas Públicas da ONG, Mario Mantovani, um dos instrumentos mais eficientes para que os municípios façam sua parte na proteção da floresta é o Plano Municipal da Mata Atlântica, que reúne elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e ao uso sustentável do bioma. Segundo ele, a aplicação do plano permite o desenvolvimento de políticas locais de meio ambiente, que tem como principal agente a própria comunidade. “Aquele proprietário que inserir sua terra no Cadastro Ambiental Rural (CAR) irá contribuir para a conservação do meio ambiente e combater o desmatamento. Até porque, qualquer tipo de irregularidade, se encontrada, o proprietário será responsabilizado podendo até receber multas. Nisso ele se torna um agente defensor da biodiversidade, mesmo que obrigatoriamente”, explica.

 

Da Folha de Pernambuco